9, dezembro, 2014

“Nutrigenética”: use a genética para se alimentar melhor

Colunista revela como nutrição e genética se relacionam: conheça os segredos da nova ciência para a alimentação e saúde, a “Nutrigenética”

Nossa colunista, Raquel Pessoa, com o Dr Giovanni Scapagnini, MD, PhD, Assistant Professor, Institute of Neurological Sciences, Italian National Research Council, Catania, Italy em um curso sobre nutrigenômica
Nossa colunista, Raquel Pessoa, com o Dr Giovanni Scapagnini, MD, PhD, Assistant Professor, Institute of Neurological Sciences, Italian National Research Council, Catania, Italy em um curso sobre nutrigenômica

Como sabemos, todo indivíduo é diferente um do outro, e devemos estar atentos às particularidades de cada um. Como nutricionista, já tenho essa preocupação em realizar um acompanhamento nutricional bem personalizado, mas hoje também podemos contar com uma ferramenta ainda mais ponderosa: a Nutrigenética, ciência que estuda as interações entre a Nutrição e a Genética, buscando identificar a alimentação mais adequada para cada um. E o mais importante: é possível modificar a expressão dos genes a nosso favor, se nos alimentarmos corretamente e de acordo com o que diz nosso DNA.

Hoje eu já uso um instrumento que permite definir um plano alimentar a partir das diversidades que estão escritas no patrimônio genético de cada um dos meus pacientes.

São três módulos que são avaliados:

O primeiro módulo, voltado para o emagrecimento ou peso ideal, identifica as variantes do DNA que modulam a capacidade de discernir e de metabolizar as gorduras e os carboidratos. Por isso, ele é o melhor aliado para alcançar um peso saudável, pois conhecer a proporção de gorduras e de carboidratos que o organismo pode metabolizar com maior facilidade ajuda a alcançar mais rapidamente o peso ideal.

CARDAPIO DO DNAO segundo módulo avalia a saúde: o teste genético identifica variantes do DNA que modulam o metabolismo das gorduras e indica como intervir para manter-se saudável. Outro mecanismo analisado é o poder de detoxificação do corpo. O teste de DNA identifica variantes genéticas que determinam uma maior ou menor capacidade das vias metabólicas de eliminar toxinas. Conhecer essas variantes é fundamental para modular o próprio plano alimentar e evitar um excessivo acúmulo de substâncias nocivas no organismo.

E o terceiro modulo é a avaliação para intolerâncias de origem genética, estas determinadas por variações do DNA que alteram o metabolismo de nutrientes específicos. O teste identifica eventuais intolerâncias genéticas, maior sensibilidade ou predisposição à intolerância a nutrientes específicos, tais como a intolerância à lactose, ao glúten, ao sal e a cafeína.

É a nutrição usando a genética como sua aliada para proporcionar ainda mais saúde, qualidade de vida, performance e bem estar físico para seus pacientes!

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